Autor: Davidson Lopes Souza de Brito[1]
[1] Advogado. Consultor. Especialista em Licitações Públicas e Contratos Administrativos.
Você já escolheu a proposta mais barata em uma licitação e depois percebeu que a manutenção e os reparos custaram o dobro?
No artigo “O Menor Preço Ainda Faz Sentido nas Contratações Públicas?”, o autor desafia a lógica de que contratar bem significa apenas pagar menos na hora da assinatura.
Focar exclusivamente no valor do lance cria armadilhas perigosas: Economia na licitação que se transforma em desperdício durante a execução. Confusão entre “menor preço” imediato e “menor dispêndio” ao longo do ciclo de vida. Tentativa de resolver na disputa a qualidade que deveria ter sido definida no planejamento.
A Lei nº 14.133/2021 exige foco no resultado mais vantajoso, considerando os custos a longo prazo. Descubra como parar de comprar a solução errada só porque ela tinha o menor preço e aprenda a exigir qualidade de verdade.